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Visto EB-5 mantido em US$ 500.000, por enquanto

Investimento mínimo para o Visto EB-5 mantido em US$ 500.000
até 30 de Setembro…

…mas Serviço de Imigração pode aumentar valor antes disso.

Até esta sexta-feira, 23 de março, o congresso americano deve aprovar o orçamento de 2018 do governo federal, que termina em 30 de Setembro.

O Programa de Vistos EB-5 para Investidores Estrangeiros, que permite o acesso direto ao Green Card sem restrições de trabalho, educação, idade ou quaisquer outras, será estendido novamente, sem mudanças, até a mesma data.  

Era esperado que a reforma do Programa de Vistos EB-5 fosse incluída nesta medida, mas isto não ocorreu, e portanto o investimento mínimo continua sendo de US$ 500.000, assim como as demais regras. 

Mas os interessados não têm tempo a perder, porque o Serviço de Imigração (USCIS) já havia anunciado que mudaria as regras se o congresso não o fizesse, e isto pode ocorrer a qualquer momento. 

O Programa de Vistos EB-5 dos Estados Unidos é um dos melhores programas de imigração por investimentos do mundo, proporcionando a residência permanente (Green Card) vitalícia para cidadãos de qualquer origem que invistam em empreendimentos que criem empregos no país, mesmo sem participar ativamente na gestão desses empreendimentos. 

Os investidores também não precisam ter domínio do Inglês, formação específica, experiência ou perfil empreendedor, etc. Também não precisam morar na região do empreendimento, trabalhar, estudar ou se dedicar a nenhuma atividade em especial. E a residência permanente (Green Card) vitalícia é extensiva aos cônjuges e filhos solteiros menores de 21 anos no momento da aplicação para o visto.

Saiba tudo sobre o Programa de Vistos EB-5 clicando aqui.

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EB-5 Visa kept at US$ 500.000, for now

Minimum investment for the EB-5 Visa kept at US$ 500,000 until September 30th…

…but the Immigration Service may raise it before that.

By this Friday, March 23, 2018 the US congress is expected to approve the federal spending budget for fiscal year 2018, which ends Setembro 30th.

The EB-5 Visa Program for Foreign Investors, which allows direct access to the Green Card without restrictions or requirements in regard to work, education, age or any others, will be extended without changes through the same date.  

It was expected that the reform of the EB-5 Visa Program would be included in the legislative piece, but that did not happen, and therefore the minimum investment remains unchanged at US$ 500,000, as well as the remaining rules.  

But those interested in pursuing this visa cannot waste any time, because the US Citizenship and Immigration Service (USCIS) had already announced that it would change the rules via regulation if congress did not do it, and that may happen at any time. 

The EB-5 Visa Program is one of the best immigration-by-investment programs in the world, granting the life-long permanent residency (Green Card) in the USA to citizens of any origin that invest in job-creating enterprises in the USA, even without actively participating in the management of such businesses. 

The investors also do not have to be proficient in English, have specific education or experience, or even entrepreneurial profile, etc. They also do not have to live in the area of the investment, or work, study or dedicate themselves to any specific activity. And the life-long permanent residency (Green Card) is extensive to the spouses and unmarried children up to 21 years old, at the time of application. 

Learn everything about the EB-5 Visa Program here.

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Programa de Vistos EB-5 estendido até 8 de Dezembro

posted Sep 13, 2017, 9:53 AM [ updated Sep 13, 2017, 10:07 AM ]

No dia 7 de Setembro de 2017, o congresso americano aprovou um acordo orçamentário que permitirá o financiamento do governo federal por mais três meses, até 8 de Dezembro.

O Programa de Vistos EB-5 para Investidores Estrangeiros, que permite o acesso direto ao Green Card sem restrições de trabalho, educação, idade ou quaisquer outras, foi estendido junto com diversos outros programas federais e gastos prioritários do governo americano, inclusive verbas para ajuda à recuperação dos danos causados pelos furacões Harvey e Irma. As discussões sobre uma possível reforma do Programa de Vistos EB-5, iniciadas há alguns anos, devem continuar, independentemente do novo prazo de extensão.

Entre as mudanças em discussão estão o aumento do valor mínimo de investimento, atualmente em US$ 500 mil, maiores incentivos para investimentos em áreas de menor atividade econômica, e maior supervisão dos agentes e instituições envolvidos por parte da SEC, Securities Exchange Commission.

O Programa de Vistos EB-5 dos Estados Unidos é um dos melhores programas de imigração por investimentos do mundo, proporcionando a residência permanente (Green Card) vitalícia para cidadãos de qualquer origem que invistam em empreendimentos que criem empregos no país, mesmo que não tenham participação ativa na gestão desses empreendimentos.

Os investidores também não precisam ter domínio do Inglês, formação específica, experiência ou perfil empreendedor, etc. Também não precisam morar na região do empreendimento, trabalhar, estudar ou se dedicar a nenhuma atividade em especial. E a residência permanente (Green Card) vitalícia é extensiva aos cônjuges e filhos solteiros menores de 21 anos no momento da aplicação para o visto.

Saiba tudo sobre o Programa de Vistos EB-5 clicando aqui.

Visite nossa divisão especializada no Programa de Vistos EB-5 para Imigrantes

Investidores EB5 GREEN CARD CAPITAL

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Investimento estrangeiro nos EUA sobe 49% para um recorde de $153 Bilhões

posted Aug 24, 2017, 6:50 AM
By: Sabrina Orlov • InvestUSA360

Impulsionado por um aumento substancial no volume de dólares de vendas de compradores canadenses, o investimento estrangeiro em imóveis residenciais dos Estados Unidos subiu rapidamente para um novo nível, à medida que as transações cresceram em cada um dos cinco principais países onde os compradores se originaram.

Isso é de acordo com uma pesquisa anual de compras residenciais de compradores internacionais divulgada pela National Association of Realtors (NAR), que também revelou que quase metade de todas as vendas externas estavam em três estados: Flórida, Califórnia e Texas.

O Perfil de Atividade Internacional em Imóveis Residenciais dos EUA de 2017 da entidade revelou que, entre abril de 2016 e março de 2017, os compradores estrangeiros e os imigrantes recentes adquiriram US$ 153 bilhões em imóveis residenciais, que é um salto de 49% em relação a 2016 (US$ 102,6 bilhões) e supera 2015 (US$ 103,9 bilhões) como a nova alta. No total, 284.455 propriedades dos EUA foram compradas por compradores estrangeiros (32% acima de 2016), e as compras representaram 10% do volume de dólares das vendas de casas existentes (7% em 2016).

Enquanto a China ainda é o principal comprador de imóveis residenciais dos EUA, o Canadá representou o maior crescimento no ano passado, passando de US$ 8,9 bilhões em 2016 para US$ 19 bilhões em 2017. Principais informações do relatório:

  • Volume em dólares das vendas: US$ 153,0 bilhões – 49% acima de 2016 (US$ 102,6 bilhões); maior alta de todos os anos da pesquisa (desde 2009)
  • Total de transações: 284.455 – 32% acima de 2016 (208.947)
  • Principais países: China (US$ 31,7 bilhões); Canadá (US$ 19.0B); U.K. (US$ 9.5B); México (US$ 9.3B); Índia (US$ 7.8B) – Os cinco países tiveram aumentos em relação à pesquisa de 2016
  • Mediana do preço de venda: US$ 302.290; 9,0% acima de 2016 (US$ 277,389) – 28% acima da mediana de preço médio nacional dos EUA de US$ 277,389 – Aprox. 10% de todos os compradores pagaram mais de US$ 1 milhão; 44% pagaram todo o caixa (50% em 2016)
  • Principais estados: Flórida (22%), Califórnia (12%), Texas (12%), Nova Jersey e Arizona (4%)
  • Clientes Internacionais: 29% dos corretores trabalharam com clientes internacionais (31% em 2016) – Referências / contatos pessoais ou empresariais representaram 64% dos negócios de clientes internacionais

Leia o relatório completo, o comunicado de imprensa e o infogrráfico aqui.

 

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Remessa de dinheiro de brasileiros para os EUA mais que triplica

JOANA CUNHA – São paulo – 03/Aug/2017

A NOVA ONDA IMIGRATÓRIA DOS BRASILEIROS DESILUDIDOS COM A CENA POLÍTICA DE BRASÍLIA CONTRIBUIU PARA TRIPLICAR A QUANTIDADE DE DINHEIRO ENVIADA DO PAÍS PARA OS ESTADOS UNIDOS NESTE ANO.

 

 

O volume de recursos enviados por pessoas físicas do Brasil para pessoas físicas nos EUA cresceu 227% no primeiro semestre, para US$ 408 milhões, segundo o BC.

Uma parte desse movimento é explicado pelo novo movimento migratório de brasileiros para os EUA: com um perfil mais elitizado, em que os negócios no Brasil sustentam a vida americana.

Para Leonardo Freitas, sócio da Hayman Woodward, consultoria especializada em imigração e fluxo de dinheiro, parte dos brasileiros que emigram não tem fonte de renda nos EUA e precisa se manter até conseguir investir em um negócio com receita em dólar.

 

“O recurso que entra nos EUA vem de receitas de algum negócio ou empresa mantida no Brasil, aposentadoria ou investimentos. Os juros altos do país ainda atraem. Eles investem no Brasil e usam a boa remuneração ao capital para depois remeter parte do lucro aos EUA e bancar a temporada na América”, diz Freitas.

O Banco Central não detecta o uso que é feito deste recurso, mas informa que não corresponde a empréstimos, financiamentos, compra ou venda de bens ou serviços.

“Tradicionalmente, há um grande número de operações de baixo valor, e é provável que parte relevante dos recursos seja utilizada para consumo”, diz o órgão.

O empresário Fernando Mello, sócio do IMGroup, conta que, ao perceber a demanda, sua empresa passou a auxiliar a emigração de famílias brasileiras.

Segundo ele, o emigrante atual tem um perfil diferente do observado nas levas de brasileiros que partiram aos EUA nos anos 1980.

Se no passado os brasileiros iam em busca de dinheiro para enviar a familiares que aqui ficavam, hoje os recursos fazem caminho inverso.

“Agora são famílias com patrimônio, casais a partir de 40 anos, com um processo muito menos improvisado.”

 

Antes de deixarem o Brasil definitivamente, esses casais costumam enviar filhos adolescentes para estudar. Enquanto os pais não se mudam, os filhos são mantidos por meio das remessas.

 

Assim como os filhos, o patrimônio pode ser enviado antecipadamente para investimentos. O próprio Mello mandou os filhos para estudar fora antes de deixar o Brasil anos atrás.

O investimento em imóveis também pode ter impulsionado o volume, segundo Fernando Pavani, presidente da BeeCâmbio, especializada em remessas on-line.

“O brasileiro comprou ativos lá e isso gera despesa fixa, como o envio de dinheiro para um funcionário pagar conta de luz ou para o salário desse funcionário”, diz Pavani.

O Santander registrou a elevação das remessas segundo o diretor Luiz Masagão. “O aplicativo facilitou muito isso. Hoje, pode ser feito no celular: enviar dinheiro a um familiar, pagar despesa de imóvel, de médico, etc”.

 

REMESSAS

O crescimento não teve os EUA como destino exclusivo. As remessas pessoais do Brasil para o exterior em geral também cresceram, embora em menor intensidade: 74%.

A Bolívia foi o segundo maior destino, com 7% do total do dinheiro enviado para o exterior, ante 44% dos EUA.

As transferências pessoais seguem regras comuns de operações no mercado de câmbio. A entrega do dinheiro é feita no Brasil, em reais, e recebida lá fora em moeda estrangeira.

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Número de brasileiros que deixaram o País cresce 160% em 6 anos

Violência, crise política e insegurança econômica criaram um movimento imigratório brasileiro não só para morar, mas também para investir fora daqui.

De acordo com dados da Receita Federal, de 2011 a 2017 o número de brasileiros que entregaram declarações de saída definitiva do país tiveram um crescimento de 160%. O resultado é de quem migrou para o mundo inteiro, sem contar os que não declararam.

“Nos últimos 5 anos, vimos um crescimento de 400% nos pedidos de brasileiros que querem imigrar para os Estados Unidos. E o principal motivo é insegurança, tanto por violência, como por instabilidade política”, conta o advogado Carlos Colombo, especializado nas áreas de imigração e negócios internacionais.

Ele completa ainda que viajar com um visto de turista e estudante, e depois tentar ficar não é o caminho aconselhado. “A chance de recusa do visto definitivo é grande. Ainda mais neste momento, o governo americano pode entender que a pessoa já viajou com intenção de ficar, mas tentou burlar o sistema”.

O especialista no mercado Imobiliário Internacional, Luca Martins completa que, nos últimos 6 anos, o Brasil está permanentemente entre os 5 países que mais investiram nos Estados Unidos.

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The number of Brazilians leaving the country jumps 160% in 6 years

Violence, political crisis and economic instability have created a migrant movement from Brazil not only to live, but also to invest outside.

According to data from the Brazilian Internal Revenue Service, from 2011 to 2017, the number of Brazilians who delivered final exit declarations increased by 160%. The number reflects those who

migrated to the entire world, not counting those who did not declare.

“In the last five years, we have seen a 400% growth in requests from Brazilians who want to immigrate to the United States, and the main reason is insecurity, both due to violence and political instability,” says lawyer Carlos Colombo, specialized in immigration and international business.

He adds that traveling with a tourist or student visa, and then trying to stay is not the recommended route. “The chances of refusal of the definitive visa are high. Even more at this moment, the US government can interpret that the person has already traveled with intent to stay, but tried to circumvent the system.”

The Real Estate specialist, Luca Martins, complements that, in the last 6 years, Brazil is permanently among the 5 countries that have invested most in the United States.

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Transfer of funds by Brazilians to the USA more than triples

posted Aug 12, 2017, 11:23 AM [ updated Aug 12, 2017, 11:25 AM ]

 

JOANA CUNHA – São paulo – 03/Aug/2017

THE NEW MIGRATORY WAVE OF BRAZILIANS DISLIKED WITH THE POLITICAL SCENE OF BRASILIA CONTRIBUTED TO TRIPLE THE AMOUNT OF MONEY TRANSFERRED FROM THE COUNTRY TO THE UNITED STATES IN THIS YEAR. 

 

 

The volume of funds sent by individuals from Brazil to individuals in the USA grew 227% in the first half of 2017, to US$ 408 million, according to the Brazilian Central Bank.

Part of this movement is explained by the new migratory movement of Brazilians to the USA: with a more elitist profile, in which their businesses in Brazil support the american life.

According to Leonardo Freitas, a partner at Hayman Woodward, a consulting firm specializing in immigration and cash flow, part of the Brazilians who immigrate have no source of income in the USA, and need to support themselves  until they can invest in a dollar-based business.

 

“The resources that enter the USA comes from income from a business or company maintained in Brazil, or from retirement or investments.” The country’s high interest rates are still attractive. They invest in Brazil and use the high return on capital to send part of the income to the USA, to pay for the permanence in America” says Freitas.

The Central Bank does not detect the use of these resources, but informs that it is not for loans, financing, or purchase or sale of goods or services.

“There is a large number of low-amount operations, and it is likely that a significant part of the resources is used for consumption” the agency says.

Fernando Mello, partner at IMGroup, says that when they noticed the demand, his company began to assist the emigration of Brazilian families.

According to him, the current emigrant has a different profile than the one observed in the waves of Brazilian who left for the United States in the 1980s.

If in the past Brazilians went in search of money to send to relatives who stayed here, today the resources take the opposite direction.

“Now it is about families with assets, couples from 40 years old, with a much less improvised process.

 

Before leaving Brazil for good, these families usually send their teenagers to study. While the parents do not move, those children are maintained through those transfers.

 

Like with their children, theirs financial resources can be sent in advance for investments. Mello himself sent his sons to study abroad before leaving Brazil years ago.

Investment in real estate may also have boosted the volume, according to Fernando Pavani, president of BeeCâmbio, which specializes in online remittances.

“Brazilians bought assets there and they generate fixed expenses, such as sending money to an employee to pay the electricity bill or for that employee’s salary” says Pavani.

Santander noticed the increase in remittances, according to director Luiz Masagão. “The apps made it much easier. Today it can be done on the cell phone: sending money to a family member, paying for real estate expenses, medical expenses, etc”.

 

REMISSIONS

Such growth did not have the USA as an exclusive destination. Personal remittances overseas from Brazil in general also grew, although to a lesser extent: 74%.

Bolivia was the second largest destination, with 7% of the total money sent abroad, compared to 44% of the United States.

Personal transfers follow common trading rules in the foreign exchange market. The money is delivered in Brazil, in Reais, and received abroad in foreign currency.

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Foreign Investment in US Jumps 49% to Record $153 Billion

posted Aug 24, 2017, 6:50 AM
By: Sabrina Orlov • InvestUSA360

Fueled by a substantial increase in sales dollar volume from Canadian buyers, foreign investment in U.S. residential real estate skyrocketed to a new high, as transactions grew in each of the top five countries where buyers originated.

This is according to an annual survey of residential purchases from international buyers released by the National Association of Realtors, which also revealed that nearly half of all foreign sales were in three states: Florida, California and Texas.

NAR’s 2017 Profile of International Activity in US Residential Real Estate, found that between April 2016 and March 2017, foreign buyers and recent immigrants purchased $153 billion of residential property, which is a 49 percent jump from 2016 ($102.6 billion) and surpasses 2015 ($103.9 billion) as the new survey high1. Overall, 284,455 U.S. properties were bought by foreign buyers (up 32 percent from 2016), and purchases accounted for 10 percent of the dollar volume of existing-home sales (7 percent in 2016).

While China is still the top buyer of U.S. residential real estate, Canada accounted for the most growth in the past year, from $8.9 billion in 2016 to $19 billion in 2017. Key takeaways from the report:

  • Sales dollar volume: $153.0 billion – up 49% from 2016 ($102.6 billion); all-time survey high (since 2009)
  • Total transactions: 284,455 – up 32% from 2016 (208,947)
  • Top countries: China ($31.7B); Canada ($19.0B); U.K. ($9.5B); Mexico ($9.3B); India ($7.8B) – All five countries saw increases from the 2016 survey
  • Median sales price: $302,290; up 9.0% from 2016 ($277,389) – 28% higher than US national median price of $277,389 – Approx. 10% of all buyers paid over $1M; 44% paid all cash (50% in 2016)
  • Top states: Florida (22%), California (12%), Texas (12%), New Jersey and Arizona (4%)
  • International Clients: 29% of realtors worked with international clients (31% in 2016) – Referrals/personal or business contacts accounted for 64% of international client business

Read the full report, press release, and infographic here.